Câncer de Mama e o SUS: Impactos, Custos e Oportunidades no Mercado Público
O câncer de mama é a neoplasia mais incidente no mundo e no Brasil, responsável por
11/12/2025
A atividade física deixou de ser um tema restrito ao campo da saúde para se tornar uma política pública estruturante no Brasil. Com o avanço do sedentarismo e o aumento das doenças crônicas, governos municipais, estaduais e federais passaram a investir de forma contínua em programas, equipamentos, infraestrutura e serviços voltados à promoção do movimento.
Esse movimento tem impacto direto no mercado: cresce o número de licitações relacionadas à prática corporal, revitalização urbana, espaços comunitários, programas de bem-estar e soluções tecnológicas integradas.
Esse avanço não fica só no discurso: ele se traduz em aumento concreto de editais, contratação de serviços continuados e investimentos estruturais registrados no PNCP.
Para fornecedores públicos, trata-se de um mercado em expansão, altamente influenciado por políticas nacionais, pela Atenção Primária e pela agenda de promoção da saúde.
Boa leitura!
A evolução das políticas públicas de atividade física está diretamente associada ao impacto das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e ao custo anual gerado pelo sedentarismo no SUS. A combinação de dados epidemiológicos e diretrizes nacionais demonstra porque o tema se tornou prioridade e porque a demanda por infraestrutura, programas e serviços segue crescendo.
À medida que municípios ampliam suas ações em educação, saúde e convivência social, a necessidade de contratar soluções estruturadas aumente, o que oferece um cenário favorável para fornecedores preparados.
Antes de analisar as políticas públicas, é importante compreender como o cenário epidemiológico pressiona gestores municipais e estaduais a investir em infraestrutura, programas e serviços voltados à atividade física. Os dados recentes mostram um quadro que impacta diretamente o planejamento das secretarias e a lógica das compras públicas.
Esses números deixam claro que a agenda de atividade física não é apenas uma diretriz de bem-estar, mas uma necessidade econômica e sanitária para reduzir internações, controlar custos e melhorar indicadores de qualidade de vida.
Nos últimos três anos, o PNCP registrou crescimento consistente nas contratações de infraestrutura urbana saudável, incluindo academias ao ar livre, revitalização de espaços de convivência e serviços de promoção da saúde.
Por isso, governos têm ampliado contratações de equipamentos urbanos, programas comunitários, serviços especializados e soluções tecnológicas que apoiem a prática regular de atividade física no território.
A atividade física ocupa hoje uma posição central em programas federais e iniciativas intersetoriais. Essas políticas estruturam editais de compras, definem metas para municípios e ampliam a contratação de profissionais, oficinas, infraestrutura e tecnologia.
Além disso, consolidam a atividade física como elemento transversal de educação, assistência social, urbanismo e saúde pública.
O PSE estimula práticas corporais e ações educativas, gerando demanda por:
Fortalece iniciativas como:
Órgãos públicos têm ampliado contratações de:
As academias ao ar livre tornaram-se símbolo da política pública de promoção da atividade física. Elas combinam infraestrutura de baixo custo, impacto social elevado e capacidade de atender diferentes faixas etárias.
Ao integrar espaços de convivência, saúde mental, prevenção e urbanismo, tornam-se objeto frequente de licitações e emendas parlamentares.
Retomado com força a partir de 2023, o programa impulsionou:
Cada polo gera demanda por licitações envolvendo:
Fornecedores podem atuar em:
A consolidação da atividade física como política pública gera um mercado amplo que combina infraestrutura, serviços especializados e tecnologia. Essas oportunidades se distribuem entre secretarias de Saúde, Educação, Esportes, Assistência Social e Planejamento Urbano.
Com o aumento dos afastamentos por causas musculoesqueléticas e o foco crescente em saúde ocupacional, órgãos públicos passaram a investir em iniciativas que promovem movimento durante a jornada de trabalho. Esses programas reduzem custos com absenteísmo e fortalecem políticas internas de cuidado, ampliando a demanda por soluções especializadas.
Escolas, CRAS, centros comunitários e secretarias de esportes estruturam projetos que integram atividade física, convivência social e prevenção de doenças. Essas iniciativas ampliam o alcance das políticas públicas e geram oportunidades recorrentes para fornecedores que atuam com programas sociais e ações educativas.
A digitalização da gestão pública também chegou às políticas de atividade física. Ferramentas digitais ajudam gestores a monitorar participação, mensurar impacto e construir evidências para tomada de decisão, um movimento que abre espaço para fornecedores de tecnologia aplicados à saúde e ao bem-estar.
Com a expansão das políticas de promoção da saúde, municípios e estados precisam qualificar equipes, estruturar programas e profissionalizar intervenções. Esse cenário amplia a demanda por consultorias especializadas, formações técnicas e treinamentos que apoiem gestores e educadores.
A criação e revitalização de espaços públicos para prática corporal, como academias ao ar livre e praças esportivas, consolidou-se como uma das frentes mais frequentes de investimento municipal. Infraestrutura urbana bem planejada melhora indicadores de saúde e fortalece a convivência comunitária, ampliando oportunidades para fornecedores de construção e mobiliário urbano.
A evolução das políticas públicas de atividade física está ligada a mudanças epidemiológicas, diretrizes federais e orçamento público. A leitura desses movimentos é essencial para prever demanda e ajustar estratégias comerciais.
Além disso, o PNCP se tornou o principal repositório de editais, facilitando o acompanhamento de contratações municipais e estaduais.
A leitura dos movimentos normativos e orçamentários é fundamental para antecipar onde estarão as próximas demandas públicas. Esses sinais ajudam fornecedores a entender o ritmo das contratações, os setores que ganharão prioridade e como as políticas federais influenciam editais municipais e estaduais. A combinação desses fatores indica que o mercado de atividade física continuará em expansão e cada vez mais integrado às agendas de saúde, urbanismo e assistência social.
A consolidação da atividade física como política pública gerou um ambiente de contratação mais dinâmico, com editais que envolvem infraestrutura, serviços especializados, equipamentos urbanos e tecnologia. Para apoiar fornecedores na leitura desse mercado, reunimos abaixo as dúvidas mais frequentes, todas contextualizadas com o comportamento real das compras públicas.
As compras municipais refletem políticas contínuas de promoção da saúde, revitalização urbana e convivência comunitária. Por isso, a demanda costuma se concentrar em itens e serviços que estruturam programas permanentes.
Principais contratações:
Essas compras representam políticas transversais e tendem a crescer conforme municípios ampliam ações de prevenção.
A modalidade mais adequada depende da natureza do objeto contratado:
A escolha reflete tanto o escopo quanto a maturidade do projeto no município, e todos seguem a Lei 14.133/2021 e registros via PNCP.
Sim. E isso é bastante comum, especialmente em políticas de promoção da saúde e convivência comunitária.
Podem ser contratados como serviço:
Esses serviços costumam aparecer em pregões ou concorrências, conforme complexidade e abrangência.
A demanda municipal segue padrões claros:
Editais desse segmento costumam exigir documentação que garanta segurança, qualidade e conformidade técnica, especialmente quando o objeto envolve equipamentos ou instalação de infraestrutura.
Documentos mais comuns:
Esses requisitos ajudam a qualificar o mercado e garantem a durabilidade dos equipamentos e serviços contratados.
A atividade física consolidou-se como política pública estratégica. A combinação de prevenção, inclusão social e infraestrutura urbana cria um ambiente altamente favorável para fornecedores que atuam com serviços, projetos comunitários, mobiliário urbano e tecnologia.
A agenda de atividade física não é uma tendência passageira, é uma política pública duradoura, com orçamento crescente e demanda estruturada nos três níveis de governo.
Empresas que unem visão estratégica + inteligência de mercado + portfólio alinhado às diretrizes públicas terão vantagem competitiva em um dos mercados mais promissores das compras governamentais.
Quer entender como identificar melhor essas oportunidades no setor público? Aprofunde-se no artigo Análise de Mercado: o que é, como fazer e por que ela é essencial para seu negócio, no Blog Sol.
Lançado em 2014, o In Club é uma iniciativa IBIZ®, referência tecnológica na captura, tratamento, entrega, gestão e inteligência da informação para o mercado de Compras Públicas. A proposta do In Club é integrar a extensa rede de empresas, profissionais prestadores de serviços e fornecedores que atuam direta e indiretamente no mercado de Compras Públicas, tornando-se uma referência, um ponto de encontro.
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