• Clientes
    • Empresas
    • Cases
  • Plataforma Essenciz
    • Como Funciona
    • Captura & Operação
    • Gestão Operacional & Estratégica (TRP)
    • Inteligência de Mercado
    • Projetos Especiais
    • Mais Dados
  • Blog Sol
    • Re-conheça
    • Visionz
    • Gente que Brilha
    • Trilhas de Conhecimento
    • Acervo
  • Blog In Club
    • Indicadores de Mercado
  • A IBIZ
    • Sobre
    • Universo
    • Iniciativas
  • Fale conosco
  • Português
Fale conosco
Bolinhas BlogSol Blog SOL
Horizons Logo
  • Visionz
    • Lumina
    • Farol by Fenili
  • Gente que Brilha
  • Trilhas de Conhecimento
    • Inteligência IBIZ
    • Minuto IBIZ
    • Você Sabia?
  • Re-conheça
  • Acervo
    • Gente que Brilha – série 1
    • Inteligência de Crise
    • Licita
    • Radar News
    • Sinapsiz
Horizons Logo
  • BlogSol
  • Visionz
  • Lumina
  • O poder transformador da colaboratividade
01/02/2023

O poder transformador da colaboratividade

Por Equipe Editorial IBIZ
Publicado em 01/02/2023

Já faz um bom tempo que a colaboratividade tem sido alvo de minhas reflexões e análises. Acredito que o termo é bem mais que uma palavra “cool” para a sopa de conceitos que os gurus em gestão de negócios e estratégia costumam criar e, tempos depois, os abandonar em prol do próximo queridinho da vez.

A colaboratividade veio para ficar e arrisco dizer que já está naquele momento em que deixa de ser uma tendência para se transformar em algo concreto, cada vez mais consistente e mensurável nas estratégias empresariais e na condução de negócios – algo medular. Afinal, temos até cobots (robôs colaborativos que interagem com seus colegas humanos e compartilham suas rotinas de trabalho), que nasceram no final da década de 1990, mas somente agora passam a fazer parte do mundo corporativo, em empresas de pequeno a grande porte, sendo peças importantes na grande Revolução Industrial 4.0.

Licitação não perdoa "depois eu vejo" — capture, priorize e execute sem furos de prazo

Ilustração de um robô e um humano interagindo no ambiente de trabalho

Se a Inteligência Artificial (IA) tem investido significativamente na criação de uma geração de cobots, o que as empresas têm feito para estimular a colaboração real entre suas equipes e, mais ainda, em seus ambientes de negócios?

Olhando especificamente para a gestão de Compras e Licitações Públicas, venho observando que a colaboratividade vem aos poucos ganhando espaço e musculatura. Gestores e profissionais que atuam no Mercado Público têm percebido a importância da colaboratividade, a sua capacidade de integrar diferentes players, com seus distintos perfis e conhecimentos, em prol de uma gestão mais estratégica, plural, transparente e ágil, em que todos possam canalizar seus esforços com foco no bem comum, valorizando o cidadão, a sociedade e uma relação mais equilibrada entre todos.

Não se trata de uma visão Pollyana do mundo afirmar que a gestão colaborativa vem crescendo no Brasil, inclusive no Mercado Público. Assumo que, grande parte das vezes, opto por ver o “copo meio cheio”. Porém, neste caso, temos visto e participado de ações que corroboram com esta visão de avanço. É importante, num cenário tão desafiador, unirmos esforços e mentes para atingirmos objetivos que nos coloque, de fato, em posições de transformação do status quo. 

No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido até que a colaboratividade seja uma constante na gestão de negócios públicos. Penso que seria interessante fazermos aqui uma pequena “to do list” que nos auxilie neste processo de expansão da gestão colaborativa. 

Ilustração de lista de tarefas

No ciclo da colaboratividade entre os elos da cadeia de valor dos negócios públicos, identifico aqui alguns pontos essenciais:

  1. Mapeamento de dores comuns a todos os players. Neste caso, ao mapearmos as principais dores, definimos um ponto focal para iniciarmos atividades colaborativas.
  2. Tal qual para um diagnóstico médico, que precisa de anamnese, é preciso fazermos um “scan” completo e detalhado da dor comum mais pungente: o que, onde, como, quem e por que este “sintoma se manifesta” e o grau de sua intensidade. Ao detalharmos a dor comum principal, o “modo colaboração” começa a se delinear entre os players. A sensação de “não estou sozinho” e de que outros têm os mesmos problemas estabelece vínculos de empatia imediatos entre os gestores de negócios públicos.
  3. A seleção de dados e informações sobre a dor comum elencada previamente é uma etapa essencial neste processo de colaboração. Ao fazermos a informação qualificada fluir entre os integrantes da gestão colaborativa, estabelecemos uma base comum de conhecimento (todos na mesma página). Sem achismos, sem feeling, as informações e dados são os subsídios mais ricos da colaboratividade e seus ciclos.
  4. Confiabilidade e transparência são os alicerces fundamentais da colaboratividade. A gestão colaborativa é acima de tudo, um exercício de troca e confiança, sem pressão entre os colaboradores ou algum tipo de valorização excessiva das individualidades. O coletivo e seus colaboradores é que são a “estrela do show”, em que a troca de conhecimento é real e a informação flui de forma generosa e integrada, beneficiando o todo.
  5. Mais que contar com experts em gestão de negócios com soluções prontas, a colaboratividade demanda análises experimentais, mais corajosas e criativas, que nos estimulem a pensar de forma diferente e a encontrar soluções (de fato) factíveis e que possam ser praticadas por todos os players. Tal qual uma criança em fase de aprendizado, os colaboradores são curiosos, questionadores e em cada porquê, podem encontrar novas possibilidades para aprimorar a gestão de negócios públicos.
  6. E, constância e consistência. Precisamos ter constância e consistência nesse plano. A vida cobra isso, nossos cérebros e nossos corpos cobram essa duplinha, assim como o mundo dos negócios. Sem constância não mudamos hábitos; sem consistência não finalizamos nada. É a partir dessa dupla que nos transformamos. Nada, definitivamente nada, acontece da noite para o dia.  Aristóteles já dizia: “Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito”.

Ilustração de uma equipe em sala de reunião.

Fica aqui o meu convite para que possamos repensar a gestão de negócios públicos no Brasil, sem grandes pretensões iniciais, um passo de cada vez, mas no ritmo da colaboratividade, em que todos os envolvidos neste complexo ambiente de negócios, possam aprimorar seus resultados de forma mais ágil, assertiva e, obviamente, colaborativa. 

Que o poder da transformação colaborativa conquiste a todos neste 2023, que promete ser um ano auspiciosamente desafiador.

 

Meu muito obrigada por estarmos juntos nessa jornada.

Mais Luz, hoje e sempre …

Lustração com 2 nuvens azul, com o nome Daniela Corrêa produtos e desenvolvimento de negócios

Conteúdo desenvolvido pela Equipe Editorial da IBIZ

A equipe editorial da IBIZ acompanha temas relacionados a licitações, compras públicas, inteligência de mercado público e gestão de processos licitatórios.

Nossos conteúdos combinam pesquisa, experiência no mercado público, consulta a fontes oficiais e conhecimentos compartilhados em iniciativas como o In.hub, ambiente de troca entre profissionais que atuam no ecossistema de compras públicas.

Conheça mais sobre a IBIZ e nossa atuação no mercado público.

Conteúdo revisado periodicamente para manter a precisão e a atualidade das informações.

Gestão tipo ERP, só que para licitações — TRP: solução integrada para licitações públicas

Compartilhar

Posts Mais Lidos

Uma pessoa trabalhando em um notebook
22/09/2022

O que são e para que servem os catálogos CATMAT e CATSER?

O Que É CRF? A Importância Deste Documento e Como Emitir
20/01/2026

O Que É CRF? A Importância Deste Documento e Como Emitir

18/07/2024

Mudança na ordem das fases da licitação: o que você precisa saber?

Mapeamento de Oportunidades: Como Encontrar Nichos Pouco Disputados nas Licitações
16/10/2025

Mapeamento de Oportunidades: Como Encontrar Nichos Pouco Disputados nas Licitações

3 pessoas em uma reunião de trabalho
29/09/2022

O que é e como funciona o mercado non retail?

Categorias

  • Acervo
    • Arte, cultura e lazer
    • Cases
    • Gente que Brilha - série 1
    • Inteligência de crise
    • Inteligência de mercado
    • Licita
    • Radar news
    • Sabores & sensações
    • Sinapsiz
    • Solariz - série 1
  • Gente que Brilha
  • Jornada do Crescimento
  • Re-conheça
  • Trilhas de Conhecimento
    • Inteligência IBIZ
    • Minuto IBIZ
    • Você Sabia?
  • Visionz
    • Farol by Fenili
    • Lumina

Veja outras matérias

Compras governamentais na América Latina: como fornecedores brasileiros podem ler a região antes de expandir
Inteligência IBIZ

Compras governamentais na América Latina: como fornecedores brasileiros podem ler a região antes de expandir

Para quem já vende ao governo no Brasil, a América Latina pode ser o próximo território de crescimento - desde que a expansão seja guiada por dados, não por oportunidade isolada.

Ler mais
Reforma Tributária nas licitações: por que precificação vai virar vantagem competitiva
Inteligência IBIZ

Reforma Tributária nas licitações: por que precificação vai virar vantagem competitiva

Com a transição para IBS, CBS e Imposto Seletivo, fornecedores B2G precisarão revisar como formam preço, protegem margem e avaliam oportunidades em licitações públicas.

Ler mais
Princípio da Isonomia na Administração Pública: Entenda O Que É
Re-conheça

Princípio da Isonomia na Administração Pública: Entenda O Que É

O princípio da isonomia é fundamental para assegurar tratamento igualitário entre participantes de licitações e outros atos da Administração Pública. Neste artigo, entenda como ele funciona,...

Ler mais
Zibi

Espaço Essencial
Inscreva-se em nossa Newsletter

e fique por dentro das novidades!

Clique aqui e conheça as nossas iniciativas!

  • A Plataforma
  • Clientes
  • Cases
  • Blog Sol
  • Blog In Club
  • Sobre nós
  • Captura & Operação
  • Gestão Operacional
    e Estratégica (TRP)
  • Inteligência de Mercado
  • Projetos Especiais
  • Mais Dados
  • Política de privacidade
  • Fale conosco

+55 (11) 5904-7140

IBIZ Tecnologia Ltda
Rua Domingos de Morais, nº 2.187 Torre Xangai | 4º Andar | Conjuntos 406 a 410 | Vila Mariana | São Paulo – SP | CEP 04035-000

© IBIZ Tecnologia. Todos os direitos reservados. Criado por Agência Carbon

Linkedin Instagram Facebook Youtube