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  • Câncer de mama: sintomas, conceitos e panorama no Brasil
21/08/2025

Câncer de mama: sintomas, conceitos e panorama no Brasil

Câncer de mama: sintomas, conceitos e panorama no Brasil

O câncer de mama é a neoplasia mais incidente em mulheres no Brasil e um dos principais desafios da saúde pública mundial. Por sua alta prevalência, gravidade e custos associados, impacta diretamente a organização do SUS (Sistema Único de Saúde) e gera demandas específicas em licitações e compras públicas. 

Neste artigo, você vai entender:

  • O que é o câncer de mama e quais são seus principais sintomas;
  • Os dados mais recentes sobre incidência e mortalidade no Brasil;
  • Diferenças por faixa etária e fatores de risco;
  • Desafios no rastreamento e na cobertura de mamografia;
  • Impactos sociais, econômicos e oportunidades para fornecedores do governo.

Boa leitura!

 

O que é o câncer de mama? Conceitos fundamentais

 

O câncer de mama é uma neoplasia maligna que se desenvolve nos lóbulos ou ductos mamários. Pode surgir de diferentes alterações proliferativas, como:

  • Hiperplasia (crescimento anormal de células);
  • Hiperplasia atípica (alteração celular com maior risco de evolução maligna);
  • Carcinoma in situ (células malignas restritas ao ducto/lóbulo, sem invasão);
  • Carcinoma invasivo (células cancerígenas invadem tecidos adjacentes).

O tipo histológico mais comum é o carcinoma ductal infiltrante, responsável por 80% a 90% dos casos.

Embora seja majoritariamente feminino, o câncer de mama masculino corresponde a ~1% dos diagnósticos. Como não há rastreamento populacional para homens, o diagnóstico tende a ser tardio, elevando a gravidade clínica e os custos do cuidado.

 

Quais são os sintomas do câncer de mama?

 

Os sinais clínicos variam, mas os mais comuns são:

  • Nódulo mamário endurecido, irregular e geralmente indolor;
  • Retração ou alteração na pele da mama;
  • Mudança no formato ou posição do mamilo;
  • Secreção anormal, muitas vezes sanguinolenta;
  • Aspecto de “casca de laranja” na pele;
  • Linfonodos palpáveis na região axilar.

Importante: muitos casos iniciais são assintomáticos, o que torna o rastreamento por imagem decisivo. Para entender como traduzir riscos de saúde em gestão de risco nos editais, veja o guia do Blog Sol: Licitações: o guia de gestão de riscos para a sua empresa.

 

Panorama epidemiológico no Brasil

 

Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), a estimativa para o triênio 2023–2025 é de 73.610 novos casos anuais de câncer de mama no Brasil (cerca de 20% dos cânceres femininos, excluindo pele não melanoma).

Em mortalidade, trata-se da principal causa de óbito por câncer entre mulheres, respondendo por aproximadamente 16% das mortes por câncer na população feminina em todo o mundo, ocupando o primeiro lugar em 158 países em incidência e 111 em mortalidade. 

📊 Os dados nacionais mais recentes do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DataSUS) indicam que a taxa de mortalidade ajustada por idade (padrão população mundial) foi de 11,71 óbitos por 100 mil mulheres em 2021. As regiões Sudeste (12,43) e Sul (12,69) registraram as maiores taxas, seguidas por Centro-Oeste (10,90), Nordeste (10,75) e Norte (8,59).

A queda observada nos anos de 2020 e 2021 pode estar relacionada à pandemia de Covid-19, que impactou os registros de óbitos e reduziu a procura por rastreamento e diagnóstico.

Incidência e mortalidade por câncer de mama no Brasil segundo INCA

💡 Dica fornecedor governo: áreas com maior incidência e menor controle tendem a gerar mais licitações de exames, insumos e serviços — tema aprofundado no especial Panorama do Câncer 2025.

 

Diferenças por faixa etária

 

O câncer de mama é raro em mulheres <35 anos, com risco crescente após essa idade. Entre 50–69 anos, concentram-se a maior incidência e mortalidade (cerca de 45% dos óbitos), justificando o foco das políticas públicas.


Essa priorização direciona orçamento, campanhas e especificações técnicas dos editais, influenciando demanda por exames, insumos e logística na rede pública.

 

Fatores de risco do câncer de mama

 

Não modificáveis:

  • Idade (risco sobe após os 50 anos);
  • Sexo (predominância feminina);
  • História familiar e predisposição genética (BRCA1/BRCA2).

Modificáveis:

  • Álcool, obesidade, sedentarismo, tabagismo;
  • Reposição hormonal inadequada;
  • Baixa atividade física.

👉 Políticas de prevenção focam nos fatores modificáveis para reduzir incidência e mortalidade. Para uma visão introdutória sobre como funcionam as compras públicas e por que isso importa para sua estratégia, veja: Você realmente sabe o que é licitação?.

 

Rastreamento e cobertura de mamografia no Brasil

 

O PCDT (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas) do câncer de mama, utilizado na rede pública, recomenda mamografia bienal para mulheres de 50–69 anos.

Segundo a PNS (Pesquisa Nacional de Saúde) 2019 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a cobertura nacional de mamografia nos últimos dois anos, nessa faixa etária, foi de 58%, com grandes desigualdades regionais:

  • Sul: 68% | Sudeste: 64% | Centro-Oeste: 59% | Nordeste: 54% | Norte: 42%

Cobertura de mamografia no Brasil segundo PNS 2019

Consequência direta: regiões menos cobertas geram maior necessidade de contratação (equipamentos, serviços de imagem, logística de exames). Se o tema de rastreamento por hipertensão te interessa como paralelo de políticas públicas, vale este exemplo de abordagem por doença crônica: Hipertensão no Brasil: dados, sintomas e tratamento pelo SUS.

 

Mortalidade e impactos sociais

 

Apesar de avanços em rastreamento, a mortalidade por câncer de mama segue elevada no país. O custo social é amplo:

  • Produtividade: afastamentos e perda de renda;
  • Cuidado familiar: reorganização do trabalho doméstico e sobrecarga de cuidadores;
  • Orçamento público: internações, terapias de alta complexidade e reabilitação.

Para fornecedores, o cenário aponta necessidade de soluções escaláveis — desde reagentes e consumíveis para diagnóstico até serviços de anatomopatologia e telelaudos para acelerar fluxos.

 

O que os fornecedores governo precisam observar nesse cenário

 

A prioridade do câncer de mama na agenda do SUS implica maior volume de editais em três frentes:

  • Medicamentos oncológicos (hormonais, quimioterápicos e terapias-alvo);
  • Equipamentos e insumos (mamógrafos digitais, sistemas de biópsia, kits laboratoriais);
  • Serviços especializados (imagem, anatomopatologia, transporte de amostras).

💡 Dica fornecedor governo: acompanhe o PNCP (Portal Nacional de Contratações Públicas) e o ComprasNet; analise históricos e foque em aderência técnica aos PCDTs. Para melhorar governança de propostas e reduzir riscos de desclassificação, use as recomendações do Blog Sol: Licitações: o guia de gestão de riscos para a sua empresa.

 

FAQ – Perguntas frequentes sobre câncer de mama

 

Confira as respostas para as perguntas mais frequentemente realizadas sobre câncer de mama:

 

1. O câncer de mama tem prevenção?


Não existe prevenção absoluta, mas estilo de vida saudável (peso adequado, atividade física, pouco álcool e nada de tabaco) reduz risco.

 

2. Todo nódulo na mama é câncer?


Não. Muitos nódulos são benignos. Todo achado, porém, deve ser investigado com exame de imagem e, quando indicado, biópsia.

 

3. O câncer de mama afeta homens?


Sim (≈1% dos casos). Sem rastreamento de rotina, o diagnóstico em homens costuma ser tardio, elevando mortalidade.

 

4. A mamografia é eficaz?


Sim. É o padrão-ouro de rastreamento na faixa 50–69 anos e aumenta a chance de diagnóstico precoce.

 

5. Quais políticas públicas apoiam o rastreamento no SUS?


O PCDT define a faixa-alvo e fluxos; o SISCan (Sistema de Informação do Câncer) monitora cobertura e tempos; e campanhas como Outubro Rosa sustentam a mobilização. Para entender a base regulatória dos processos de compra nesses contextos, veja: Como Aumentar a Competitividade nas Licitações? Dicas e Estratégias

 

Caminhos para fortalecer o rastreamento e reduzir desigualdades

 

Para reduzir mortalidade e aumentar detecção precoce, o Brasil precisa:

  • Ampliar cobertura de mamografia (com foco no Norte e Nordeste);
  • Sustentar campanhas educativas permanentes;
  • Garantir logística para diagnóstico e início do tratamento;
  • Avaliar parcerias público-privadas para acelerar a expansão tecnológica.

👉 Para fornecedores: o ambiente é de demanda contínua e previsível, mas requer conformidade técnica com PCDT, registro Anvisa e capacidade de atendimento interestadual. Para visão de tendências e impacto setorial, confira também o especial Colaboração como Pilar da Transformação nas Compras Públicas: Lições e Caminhos para o Brasil.

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Lançado em 2014, o In Club é uma iniciativa IBIZ®, referência tecnológica na captura, tratamento, entrega, gestão e inteligência da informação para o mercado de Compras Públicas. A proposta do In Club é integrar a extensa rede de empresas, profissionais prestadores de serviços e fornecedores que atuam direta e indiretamente no mercado de Compras Públicas, tornando-se uma referência, um ponto de encontro.

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